Translate

Procure no blog

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Experimentem e vejam o quanto Jesus é bom


Um pequeno trecho do livro Confessai-vos bem, do Padre Luiz Chiavarino. Nesse mundo que cresce tão abruptamente cercado e impregnado de hipocrisia, mediocridade e liberalismo, parece ser bem oportuno lembrar do Sacramento da Confissão. Não nos esqueçamos da morte, cristãos! É bom viver, contemplar e sentir toda a Obra do Criador. Porém, melhor ainda é pensar no dia da morte, estando bem confessados. Não há graça maior para encerrar o ciclo nessa Terra. Não se assustem quando leem que é bom pensar no dia da morte, pois é algo muito salutar. E necessário. Não façamos do remédio um veneno. 

Leiam:

O principal motivo da perdição

Discípulo — Padre, poderia explicar-me a razão deste livro? 

Mestre — Chamei-o assim por causa do fato seguinte: Conta-se certa moça, tendo caído por desgraça num desses pecados que tanto envergonham na confissão, vivia triste e desconsolada. Passaram-se assim muitos meses, sem que nenhuma das companheiras da coitada descobrisse a causa de tanta aflição. Nesse ínterim, aconteceu que a sua melhor amiga, muito virtuosa e devota, morreu santamente. Uma noite, a chamam pelo nome, quando está no melhor do sono; reconhece perfeitamente a voz da amiguinha morta que vai repetindo: Confesse-se bem... se você soubesse o quanto Jesus e bom! A moça tomou aquela voz por uma revelação do céu, criou coragem e, decidida, confessou o pecado que era a causa de tanta vergonha e de tantas lágrimas. Naquela ocasião, tamanha foi a sua comoção, tão grande o seu alívio que depois disso, contava o fato a todo o mundo, e repetia por sua vez: "Experimentem e vejam o quanto Jesus é bom". 

D. — Muito bem! — acredito nisso plenamente, porque, já fiz mais de cem vezes a experiência de tal verdade. 

M. — Pois então agradeça a Deus de todo o coração e continue a fazer boas confissões. Ai daquele que envereda, pelo caminho do sacrilégio! É essa a maior desgraça que nos pode acontecer, porque dela não teremos mais a força de nos afastar, e assim prosseguiremos, talvez até à morte, precipitando-nos no abismo da perdição eterna. 

D. — É assim tão nefanda uma confissão mal feita? 

M. — É o principal motivo, a causa capital da perdição! 

D. — Deveras? 

M. — Assim é, infelizmente! São as confissões mal feitas o motivo pelo qual tantas pessoas perdem suas almas e vão para o inferno. 

D. — Mas não há exagero nisso? 

M. — Exagero nenhum, e nem sou eu quem o diz: afirmam-nos os Santos que melhor conhecem as almas e viu-o Santa Teresa em uma visão. Estava a Santa rezando, quando, de repente abrem-se diante dos seus olhos uma voragem profunda, cheia de fogo e de chamas; e nesse abismo precipitam-se com abundância, como neve no inverno, as pobres almas perdidas.

 ... são as confissões mal feitas o motivo pelo qual tantas pessoas perdem suas almas e vão para o inferno!... 

Assustada, a Santa levanta os olhos ao céu e: — Meu Deus, exclama, meu Deus! O que é que eu estou vendo? Quem são elas, quem são todas essas almas que se perdem? Com certeza devem ser as almas dos pobres infiéis. — Não, Teresa, não! Responde o Senhor. As almas que neste momento vês precipitarem-se no inferno com o meu consentimento, são, todas elas, almas de cristãos como tu. — Mas então devem ser almas de pessoas que não acreditavam, que não praticavam a Religião, que não frequentavam os Sacramentos! — Não, Teresa, não! Fica sabendo que essas almas pertencem todas a cristãos batizados como tu, e, que, como tu, eram crentes e praticantes... — Mas se assim é, naturalmente essa gente nunca se confessou, nem mesmo na hora da morte... — No entanto, são almas que se confessavam, e confessaram-se também antes de morrer... — Por qual motivo então, ó meu Deus, são elas condenadas? — São condenadas porque se confessaram mal... Vai Teresa, conta a todos esta visão e recomenda aos Bispos e Sacerdotes que nunca se cansem de pregar sobre a importância da confissão e contra as confissões mal feitas, afim de que os meus amados cristãos não transformem “o remédio em veneno; afim de que não se sirvam mal desse sacramento, que é o sacramento da misericórdia e do perdão.” 

D. — Pobre Jesus!... São assim tão numerosas as confissões mal feitas? 

M. — S. Afonso, S. Felipe Néri, S. Leonardo de Porto Maurício, afirmam unanimemente que, infelizmente, o número das confissões mal feitas é incalculável. Eles, que passaram à vida no confessionário e à cabeceira dos moribundos, sabem dizer a pura verdade. E nós que erramos, de terra em terra, pregando exercícios e missões, somos obrigados a afirmar a mesma coisa. O célebre Padre Sarnelli, na sua obra “O mundo santificado” exclama: “Infelizmente são incalculáveis as almas que fazem confissões sacrílegas: sabem disso, em parte, os Missionários de longa experiência, e cada um de nós virá sabê-lo, com grande pasmo, no vale de Josafá. Não só nas grandes capitais, mas nas cidades menores, nas comunidades, no meio daqueles que passam por piedosos e devotos encontram-se em grande número os sacrílegos...” O Padre Tranquillini, da Companhia de Jesus, tendo sido chamado à cabeceira duma senhora gravemente enferma, acode com solicitude e a confessa: mas, chegada à hora da absolvição, ele sente qualquer coisa que, como se fosse uma mão de ferro, o impede de prosseguir. — Minha senhora, diz ele, talvez se tenha esquecido de alguma coisa... — Impossível, Padre, estou me preparando há oito dias...! Depois de algumas preces, tenta uma segunda vez; mas, a mesma mão o impede de novo. — Desculpe, minha senhora, replica o Padre, talvez a senhora não ouse confessar algum pecado... — O quê diz, Padre? Isso me ofende. Como pode supor que eu queira cometer um sacrilégio? Torna a tentar pela terceira vez a absolvição e ainda uma vez aquela força invisível o impede de agir. Não podendo compreender qual o mistério que se escondia num fato tão extraordinário, cai de joelhos, e, chorando, suplica àquela senhora, que não se traia, que não seja a causa da própria perdição. — Padre, exclama ela então, Padre, há quinze anos que eu me confesso mal! Veja, portanto, como é fácil achar-se quem se confessa mal! 

D. — Chega, Padre, isto me faz estremecer. 

M. — Antes tremer aqui do que queimar no inferno: e, falando disso, lembro-me de outro exemplo. São João Bosco, numa obra sobre a confissão diz textualmente: "Eu vos afirmo que enquanto escrevo, minha mão treme, porque eu penso no número de cristãos que vão para a perdição eterna, somente por terem escondido, ou por não terem exposto sinceramente os seus pecados na confissão"! 

D. — O senhor disse também: por não terem exposto sinceramente os seus pecados? 

M. — Certamente! Aquele que, por exemplo, confessa só os maus pensamentos, quando além disso cometeu ações ou atos impuros; aquele que confessa ter cometido tais atos sozinho, quando os cometeu com outros; aquele que esconde o número conhecido de suas faltas; aquele que, interrogado pelo confessor não diz a verdade; todos esses fazem más confissões. 

D. — O quê é que pensam os que assim procedem? 

M. — Pensam que no futuro poderão remediar, isto é, confessam-se para viver como diz São Felipe Néri, quando toda e qualquer confissão devia ser feita como se fosse a última, como se nos preparássemos para a morte. Um dia uma mulher do povo confessou-se com um célebre Missionário: de volta do confessionário, ela passou casualmente por cima de uma laje que cobria uma sepultura. A laje, gasta pelo tempo, cedeu, e a mulher caiu lá em baixo, no meio dos ossos e dos esqueletos. Imagine o susto de todas as pessoas que acudiram; mas isso não foi nada, comparado ao terror o aos berros da coitada! Logo depois que, com muito esforço e trabalho conseguiram tirar a mulher dali, ela, que escapou ilesa, voou para o confessionário e: — Padre, padre, até hoje eu só me tinha confessado para viver, mas agora que eu vi a morte diante do mim quero confessar-me como se eu fosse morrer – e  tornou a fazer, tremendo, aquela confissão que, momentos antes, tinha feito mal. 

D. — Ah! o pensamento da morte é terrível. 

M. — É terrível sim, mas muitíssimo salutar e é pior isso que, cada vez que nos confessamos, devíamos tê-lo na mente. Dentre os inúmeros fatos maravilhosos que se contam na história de D. Bosco destaca-se este: No Salesiano de Turim faziam-se os santos exercícios espirituais, e, todos os presentes, alunos e internos com a máxima seriedade, muito piedosos, rezavam com fervor e colhiam os frutos de suas preces para o bem de suas almas. Enquanto esses cumpriam o seu piedoso dever, um jovem, refratário a toda e qualquer suplica e aos mais afetuosos cuidados de D. Bosco e dos demais superiores, teimou em não se querer confessar nem mesmo naquela circunstância. Os bons Padres tinham feito todo o possível para convencê-lo, mas inutilmente. Ele repetia sempre: “Em qualquer outra ocasião, sim, mas agora não! Vou pensar nisso depois... Agora não sei tomar uma resolução”! Com essa desculpa, chegou ao ultimo dia das cerimônias; D. Bosco, então recorreu a um estratagema. Escreveu numa folha de papel estas palavras: "... e se você morresse durante a noite?!..." e escondeu-a entre o lençol e o travesseiro do rapaz. Cai à noite: todos se vão deitar, e o nosso jovem, despreocupado, também se despe, mas eis que quando vai entrar na cama encontra a tal folha. Um oh! de espanto que ele não pode conter lhe sai dos lábios; pega no papel olha-o, vira-o e revira-o e, por fim, descobrindo que há nele qualquer coisa escrita, arregala os olhos e lê: “... e se você morresse durante a noite”... D. Bosco. D. Bosco! Exclama ele; mas D. Bosco é um santo... Ele conhece o futuro... Talvez aconteça isso mesmo! E se eu morresse durante a noite? ' Mas eu não quero morrer, não: quero viver, quero viver e... Enquanto isso, para que os companheiros não reparem, ele se deita, cobre-se e cheio de coragem, tenta pegar no sono. Qual nada! Adormecer naquele estado? Com aquelas palavras que o atormentavam como se fossem espinhos agudos? É impossível! Ele vira e revira na cama, fecha os olhos com força, mas... tudo inútil; ouve sem cessar, cada vez mais vivo, cada vez mais forte, o som daquelas palavras; ele imagina, como se visse o inferno aberto e Jesus que o condena, e diz: "Pobre de mim! E se eu morresse mesmo?..." Um arrepio gelado corre-lhe pela espinha, ele sua frio... — Ah, não — exclama, — eu não quero ir para o inferno, eu quero me confessar... Invoca a proteção de Maria Auxiliadora, do seu Anjo da Guarda e depois, decidido, veste-se, sai devagarzinho, desce a escada, atravessa corredores, sobe para o quarto de D. Bosco e bate na porta. D. Bosco, que, como bom padre o esperava, abre a porta e: — Quem é você?... A estas horas?... O que é que você quer? — Oh! D. Bosco, eu quero confessar-me! — À vontade! se você soubesse com que ansiedade eu o esperei! Introduzido na antecâmara, o rapaz cai de joelhos e, depois de feita a confissão, com o perdão de Jesus volta feliz e tranqüilo para a cama. E já não tem medo! O pensamento da morte já não o assusta e ele diz: “Como estou contente! Mesmo que eu tenha que morrer que importa se eu recuperei a graça, se eu tornei a ser amigo de Jesus”! Adormece serenamente e sonha... vê o céu aberto, os Anjos jubilosos que voam levíssimos, entoando os cânticos mais lindos, os mais belos hinos! Que rapaz de sorte! 

M. -- De sorte são todos aqueles que acreditam - no grande bem da confissão e se servem dela, impedindo assim a própria perdição; enquanto que é bem diferente o caso da infeliz de quem lhe vou falar. São Leonardo de Porto Maurício, acode à cabeceira de uma moribunda, acompanhado por um frade leigo. Depois de confessada a doente, o padre sai sossegado, e, reunindo-se ao companheiro que o esperava no quarto vizinho, apronta-se para sair, quando este, muito triste e assustado lhe diz: — "Padre Leonardo, o quê significa aquilo que eu vi?" — O que é que você viu? -- Eu vi uma mão horrendamente negra que vagava pela antecâmara; e, assim que o senhor saiu ela entrou, rápida como um raio, no quarto da doente. Diante de tal história São Leonardo volta para trás, torna a entrar no quarto e oh! que cena terrível. Aquela mão negra estrangulava aquela desgraçada que, com olhos fora das órbitas, e a língua caída, morria gritando: “Malditos sejam os sacrilégios... Malditos sejam os sacrilégios...” 

D. — Oh, Padre, então é mesmo verdade que as confissões mal feitas são a causa principal da perdição! 

M. — Por conseguinte, guerra à mentira e sinceridade absoluta na confissão. 
__________
Confessai-vos bem - Padre Luiz Chiavarino

domingo, 27 de novembro de 2016

Nossa Senhora das Graças (Medalha Milagrosa)

Santa Catarina Labouré
Nossa Senhora apareceu na França a uma humilde noviça das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo chamada Catarina Labouré. Foi na segunda aparição a 27 de novembro de 1830 que Maria Santíssima revelou a Medalha da Imaculada Conceição. Assim conta Santa Catarina de Labouré:

A Virgem apareceu sobre um globo, pisando uma serpente e segurando nas mãos um globo menor, oferecendo-o à Deus, num gesto de súplica.

Enquanto A contemplava, Catarina ouviu uma voz que lhe disse:

"Este globo que vês representa o mundo inteiro e especialmente a França, e cada pessoa em particular. Os raios são o símbolo das Graças que derramo sobre as pessoas que Me as pedem. Os raios mais espessos correspondem às graças que as pessoas se recordam de pedir. Os raios mais delgados correspondem às graças que as pessoas não se lembram de pedir.“

A ORAÇÃO:

Enquanto Maria estava rodeada duma luz brilhante, de repente, o globo desapareceu e suas mãos se estendem suavemente, derramando sobre o globo brilhantes raios de luz. Formou-se assim um quadro oval, rodeado pelas palavras em letras de ouro:

"Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós".

Virou-se então o quadro, aparecendo, no reverso, um " M" encimado por uma cruz e, embaixo, os corações de Jesus e de Maria. E a Santíssima Virgem lhe pede:

A PROMESSA: 

’'Manda cunhar uma Medalha por este modelo; as pessoas que a trouxerem indulgenciada, receberão grandes graças, mormente se a trouxerem ao pescoço; hão de ser abundantes as graças para as pessoas que a trouxerem com confiança."


E assim foi cunhada, em Paris, esta medalha, que logo s espalhou pelo mundo inteiro, derramando graças tão numerosas e extraordinárias que o povo, espontaneamente, passou a chamá-la: " A Medalha Milagrosa".

***

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS

Súplica - Ó Imaculada Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe, ao comtemplar-vos de braços abertos derramando graças sobre os que vo-las pedem, cheios de confiança na vossa poderosa intercessão, inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas inúmeras culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor, durante esta oração, as nossas mais prementes necessidades(momento de silêncio e de pedir a graça desejada).
Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa, este favor que confiantes vos solicitamos, para maior glória de Deus, engrandecimento do vosso nome, e o bem de nossas almas.
E para melhor servirmos ao vosso Divino Filho, inspirai-nos profundo ódio ao pecado e dai-nos coragem de nos afirmar sempre verdadeiros cristãos. Amém.

Rezar 3 Ave-Marias.

- Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.



NOVENA DA VIRGEM IMACULADA DAS GRAÇAS DA MEDALHA MILAGROSA

Ato de Contrição- Meu bom Jesus que por mim morrestes na cruz, tende piedade de mim, perdoai os meus pecados e dai-me a graça de nunca mais pecar.

1º Dia - 1º Aparição - Contemplamos a Virgem Imaculada, em sua primeira aparição a Santa Catarina Labouré. A piedosa noviça guiada por seu Anjo da Guarda é apresentada a Imaculada Senhora. Consideremos sua inefável alegria. Seremos também felizes, como Santa Catarina, se trabalharmos com ardor na nossa santificação.

Súplica a Nossa Senhora - Ó Imaculada, Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe ao contemplar-nos de braços derramando graças sobre os que vos pedem cheios de confiança na Vossa poderosa intercessão inúmeras vezes manifestada pela Medalha Milagrosa, embora reconhecendo a nossa indignidade por causa de nossas numerosas culpas, acercamo-nos de vossos pés para vos expor durante esta Novena as nossas prementes necessidades...( um instante de silêncio ). Concedei, pois, ó Virgem da Medalha Milagrosa este favor que confiantes vos solicitamos para maior glória de Deus, engrandecimento do Vosso nome e bem de nossas almas e para melhor servirmos ao Vosso Divino Filho, inspirai-nos um profundo ódio ao pecado e dai-nos a coragem de nos afirmar sempre verdadeiros cristãos. Amém – Rezar 03 Ave-Marias.

Ó Maria, concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a Vós.

Oração Final - Santíssima Virgem, eu creio e confesso vossa santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus alcançai-me de vosso amado Filho a humildade, a caridade, a obediência a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e de espírito a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte. Amém.

2º Dia - Lágrimas de Maria - Contemplemos Maria, chorando sobre as calamidades que viriam sobre o mundo, pensando que o Coração de seu Filho seria ultrajado, a cruz escarnecida e seus filhos prediletos perseguidos. Confiemos na Virgem compassiva e também participaremos no fruto de suas lágrimas.

3º Dia - Proteção de Maria - Contemplemos nossa Imaculada Mãe, dizendo em suas aparições a Santa Catarina: " Eu mesma estarei convosco, não vos perco de vista e vos concederei abundantes graças. Sede para mim, Virgem Imaculada, o escudo e a defesa em todas as necessidades.

4º Dia - 2º Aparição - Estando Catarina Labouré em oração a 27 de novembro de 1830, apareceu-lhe a Virgem Maria, formosíssima, esmagando a cabeça da serpente infernal; nesta aparição vemos seu desejo imenso de nos proteger sempre contra o inimigo de nossa salvação. Invoquemos a Imaculada Mãe com confiança e amor!

5º Dia - As Mãos de Maria - Contemplemos, hoje, Maria, desprendendo de suas mãos raios luminosos. "Estes raios, disse ela, são a figura das graças que derramo sobre todos aqueles que me pedem e aos que trazem com fé minha medalha".
Não desperdicemos tantas graças! Peçamos com fervor, humildade e perseverança, e Maria Imaculada no-las alcançará.

6º Dia - 3º Aparição - Contemplemos Maria, aparecendo à Santa Catarina, radiante de luz, cheia de bondade, rodeada de estrelas, e mandando cunhar uma medalha, prometendo a todos que a trouxerem com devoção e amor, muitas graças. Guardemos fervorosamente a Santa Medalha e como escudo, ela nos protegerá nos perigos.

7º Dia - Súplica - Ó Virgem Milagrosa, Rainha excelsa, Imaculada Senhora, sede meu refúgio nesta terra, meu consolo nas tristezas e aflições, minha fortaleza e advogada na hora da morte.

8º Dia - Súplica - Ó Virgem Imaculada da Medalha Milagrosa, fazei que esses raios luminosos que irradiam de vossas mãos virginais, iluminem minha inteligência para melhor conhecer o bem, e abrazem meu coração com vivos sentimentos de fé, esperança e caridade.

9º Dia - Súplica - Ó Mãe Imaculada, fazei que a cruz de vossa Medalha brilhe sempre diante de meus olhos, suavize as penas da vida presente e me conduza à vida eterna.

Oração Final - Santíssima Virgem, eu creio e confesso vossa Santa e Imaculada Conceição, pura e sem mancha. Ó puríssima Virgem Maria, por vossa Conceição Imaculada e gloriosa prerrogativa de Mãe de Deus, alcançai-me de vosso amado Filho a humildade, a caridade, a obediência, a castidade, a santa pureza de coração, de corpo e espírito, a perseverança na prática do bem, uma santa vida e uma boa morte. Amém.


Súplica à Virgem Santíssima das Graças 
200 dias de indulgência

Celeste tesoureira de todas as graças, Mãe de Deus e minha Mãe, Filha Primogênita do Eterno Pai, cuja Onipotência está em tuas mãos, tem piedade de minha alma e concede-me a graça que te suplico com todo fervor. Ave-Maria...

Misericordiosa distribuidora das graças divinas, Maria Santíssima, tu que és Mãe do Verbo Encarnado, tu que foste coroada com sua imensa sabedoria, considera a minha dor e concede-me a graça de que tanto necessito. Ave-Maria...

Misericordiosa distribuidora das graças divinas, Imaculada esposa do Espírito Santo Eterno, Maria Santíssima, tu que recebeste um coração participando das misérias humanas e consolando todos os que sofrem, tem compaixão da minha alma e dá-me a graça que espero, com toda confiança, da tua imensa bondade. Ave-Maria...

Sim, minha Mãe, Tesoureira de todas as graças, Refúgio dos pobres pecadores, Consoladora dos aflitos, Esperança dos desesperados, Auxílio poderoso dos cristãos, eu deposito em ti toda minha confiança e creio firmemente que obterás de Jesus a graça que desejo com toda esperança para o bem de minha alma. Salve Rainha...

Oh! Maria concebida sem pecado, rogai ao Pai para (pede-se a graça).

Oh! Maria concebida sem pecado, rogai a Jesus para (pede-se a graça).

Oh! Maria concebida sem pecado, rogai ao Espírito Santo para (pede-se a graça).
__________

Primeiro Domingo do Advento

É Ano Novo para nós, católicos. Hoje começou 2017, porque Jesus está a caminho e vamos renovar todos os seus passos. É o primeiro tempo do Ano Litúrgico. Estejamos preparados para bem receber Nosso Senhor, e andar junto com Ele e sua Igreja Santa. Estejamos sempre de coração aberto a dar honras àquela que gerou Deus. O Sacrário Vivo que passou na Terra. A Virgem Santíssima, aquela que nos leva a Jesus.

É tempo de esperar e receber Jesus.

Feliz Ano Novo, Católicos!



Leitura da Epístola

Romanos 13, 11-14
11 Isso é tanto mais importante porque sabeis em que tempo vivemos. Já é hora de despertardes do sono. A salvação está mais perto do que quando abraçamos a fé. 12 A noite vai adiantada, e o dia vem chegando. Despojemo-nos das obras das trevas e vistamo-nos das armas da luz. 13 Comportemo-nos honestamente, como em pleno dia: nada de orgias, nada de bebedeira; nada de desonestidades nem dissoluções; nada de contendas, nada de ciúmes. 14 Ao contrário, revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não façais caso da carne nem lhe satisfaçais aos apetites. 

Sequência do Santo Evangelho

São Lucas 21, 25-33
25 Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra a aflição e a angústia apoderar-se-ão das nações pelo bramido do mar e das ondas. 26 Os homens definharão de medo, na expectativa dos males que devem sobrevir a toda a terra. As próprias forças dos céus serão abaladas. 27 Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande glória e majestade. 28 Quando começarem a acontecer estas coisas, reanimai-vos e levantai as vossas cabeças; porque se aproxima a vossa libertação. 29 Acrescentou ainda esta comparação: Olhai para a figueira e para as demais árvores. 30 Quando elas lançam os brotos, vós julgais que está perto o verão. 31 Assim também, quando virdes que vão sucedendo estas coisas, sabereis que está perto o Reino de Deus. 32 Em verdade vos declaro: não passará esta geração sem que tudo isto se cumpra. 33 Passarão o céu e a terra, mas as minhas palavras não passarão.

***

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Santa Catarina de Alexandria, Virgem e Mártir


Santa Catarina nasceu na cidade egípcia de Alexandria e cresceu como uma pagã, mas em sua juventude converteu-se ao cristianismo. Numa visão, Catarina foi transportada para o céu, encontrou-se com o menino Jesus e a Virgem Maria e, em êxtase, casou-se misticamente com Cristo, convertendo-se milagrosamente. 

Ela tinha , na época, dezoito anos de idade. Diz-se que ela visitou seu contemporâneo, o imperador romano Maximiano, e tentou convencê-lo do erro moral na perseguição aos cristãos. Foi então à presença do imperador romano Maximino Daia, que perseguia violentamente os cristãos, censurando-o por sua crueldade. Apontou a limitação do imperador, por ser pagão, e afirmou que o seu Deus era o único realmente vivo e o seu Rei era Jesus Cristo. O imperador mandou prendê-la no cárcere até que viessem os 50 maiores sábios do mundo e a humilhassem por causa da sua argumentação aparentemente simples. 

Quando chegaram, os sábios riram-se do imperador por tê-los convocado para contra-argumentar com uma simples garota. Porém, o imperador os advertiu que, se conseguissem convencê-la, ele os presentearia com os melhores bens do mundo; mas se não conseguissem, ele os condenaria à morte. Catarina foi tão plenamente sábia nas suas colocações e argumentos que mesmo perante esta ameaça os sábios não conseguiram convertê-la aos ídolos. Pelo contrário, vencidos pela eloqüência de Catarina, converteram-se ao cristianismo. Frustrado, o imperador mandou prender e torturar Catarina na masmorra.

Visitada na prisão pela esposa do imperador e pelo chefe de sua guarda, Catarina os converteu, fazendo o mesmo com inúmeros soldados. Mais enfurecido ainda, o imperador mandou assassinar os sábios e sua esposa, lançou os guardas aos leões no Coliseu e condenou a Santa à morte lenta na roda (instrumento de tortura que mutilava e causava grande sofrimento). Mas quando foram amarrar Catarina na roda, ela fez o sinal da cruz e a roda quebrou. Ao determinar sua execução, apareceu-lhe o Arcanjo Miguel para confortá-la e Catarina rezou suplicando que, em nome do seu martírio, Deus ouvisse as orações de todos aqueles que a ele recorressem e que tudo obtivessem por sua intercessão. 

Por fim, Catarina de Alexandria morreu decapitada mas ao invés de sangue saiu leite; por isso, as mães que amamentam recorrem também à sua intercessão. O corpo de Catarina desapareceu milagrosamente, sendo transportado por anjos para o topo de Jebel Katerina, o pico mais alto da península do Sinai. Três séculos mais tarde, o seu corpo, incorrupto, foi encontrado por monges e levado para o Mosteiro da Transfiguração, onde algumas das suas relíquias e o seu nome ficaram até hoje. Foi ouvindo a voz de Santa Catarina que Joana d'Arc encontrou a espada que usaria em sua missão e que mudaria a história da França. Junto de Santa Margarida e do Arcanjo São Miguel, era uma das vozes que falavam com ela e a instruíram na sua missão de salvar a França. 

Santa Catarina é considerada padroeira dos estudantes, filósofos e professores e também invocada pelos que trabalham com rodas e contra acidentes de trabalho.

No Brasil, é a padroeira principal do Estado e da Ilha de Santa Catarina e co-padroeira da Catedral metropolitana de Florianópolis.

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

São João da Cruz, Confessor e Doutor


São João da Cruz nasceu em 1542, provavelmente no dia 24 de Junho, em Fontiveros, província da cidade de Ávila, na Espanha. Os seus pais chamavam-se Gonzalo de Yepes e Catalina Alvarez. Gonzalo pertencia a uma família de posses da cidade de Toledo. Por ter-se casado com uma jovem de classe “inferior”, foi deserdado por seus pais e tornou-se tecelão de seda. Em 1548, a família muda-se para Arévalo. 

Em 1551 transfere-se para Medina del Campo, onde o futuro reformador do Carmelo estuda numa escola destinada a crianças pobres. Por suas aptidões, torna-se empregado do diretor do Hospital de Medina del Campo. Entre 1559 a 1563 estuda Humanidades com os Jesuítas. Ingressou na Ordem do Carmo aos vinte e um anos de idade, em 1563, quando recebe o nome de Frei João de São Matias, em Medina del Campo. 

Pensa em tornar-se irmão leigo, mas seus superiores não o permitiram. Entre 1564 e 1568 faz sua profissão religiosa e estuda em Salamanca. Tendo concluído com êxito seus estudos teológicos, em 1567 ordena-se sacerdote e celebra sua Primeira Missa. No entanto, ficou muito desiludido pelo relaxamento da vida monástica em que viviam os Conventos Carmelitas. Decepcionado, tenta passar para a Ordem dos Cartuxos, ordem muito austera, na qual poderia viver a severidade de vida religiosa à que se sentia chamado. 

Em Setembro de 1567 encontra-se com Santa Teresa de Ávila, que lhe fala sobre o projeto de estender a Reforma da Ordem Carmelita também aos padres, surgindo posteriormente os carmelitas descalços. O jovem de apenas vinte e cinco anos de idade aceitou o desafio. 

Trocou o nome para João da Cruz. No dia 28 de Novembro de 1568, juntamente com Frei Antônio de Jesús Heredia, inicia a Reforma. O desejo de voltar à mística religiosidade do deserto custou ao santo fundador maus tratos físicos e difamações. 

Em 1577 foi preso por oito meses no cárcere de Toledo. Nessas trevas exteriores acendeu-se-lhe a chama de sua poesia espiritual. "Padecer e depois morrer" era o lema do autor da "Noite escura da alma", da "Subida ao Monte Carmelo", do "Cântico Espiritual" e da "Chama de amor viva".

Entregou sua alma em 14 de dezembro de 1591, 49 anos de idade.Foi canonizado em 1726 e proclamado Doutor da Igreja em 1926.
__________
Fonte: web

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Santa Cecília, Virgem e Mártir

Hoje, 22 de novembro, celebramos a memória de Santa Cecília, padroeira dos músicos. O mundo moderno e hipócrita celebra somente o dia dos músicos. Como sempre, tenta esconder que por trás de tudo que rege esse mundo, há uma pitada da Igreja Católica, porque Deus está nEla. Exemplo, primeiro de maio é celebrado o dia do trabalhador, mas, por quê? Porque é dia de São José Operário. Para cada profissão, para cada situação, existe um santo padroeiro. Não nos esqueçamos. Então, músicos, hoje é o dia de vocês por causa de Santa Cecília. Que ela rogue a Deus por vocês. Agora, leiam e prestem atenção nessa belíssima história, porque essa história é a de uma "santaça".


Santa Cecília nasceu provavelmente no ano 150, em Roma. Era filha de um Senador Romano, da família nobre dos Metelos. Era cristã, e desde pequena fez voto de castidade para viver o Amor de Deus e de Cristo. Como cristã numa época tão antiga, e em Roma, ela certamente herdou a fé dos discípulos de São Paulo, que levou a fé até Roma, e de São Pedro, o primeiro papa.

Cecília herdou a fé desses santos homens e de tantos outros que foram martirizados exatamente em Roma. O cristianismo que Cecília recebeu em sua formação, era o cristianismo dos mártires, dos heróis da fé. Cecília foi cristã numa Igreja perseguida, numa Igreja que ainda era minoritária, porém, cheia de profunda fé, esperança e coragem.

No transcorrer normal de sua vida, quando jovem ela foi prometida e dada em casamento a um jovem chamado Valeriano. No dia do casamento ela estava muito triste. Então, ela chamou seu noivo disse a ele toda verdade sobre sua fé. Disse que tinha feito voto de castidade para Deus, e começou a falar das glórias de Deus e de Jesus Cristo ao jovem, que a ouvia boquiaberto com a força de suas palavras e a convicção que vinha de seu coração.

Tamanho foi o poder das palavras de Cecília que, após ouvi-la, ele se converteu, entendeu a promessa de sua noiva e disse que iria respeitá-la em sua decisão. Naquela mesma noite ele recebeu o batismo. Valeriano contou o que ocorrera para seu irmão Tiburcio e este também, impressionado, se converteu. Ambos eram pagãos.

Santa Cecília, então, vendo a maravilha que Deus estava operando através dela, agradecida, cantou para Deus: Senhor, guardai sem manchas o meu corpo e minha alma, para que não seja confundida. Foi um canto inspirado e emocionante, que tocou profundamente o coração de todos. Daí vem o fato de ela ser considerada a padroeira dos músicos cristãos.

O prefeito de Roma, Turcius Almachius, teve conhecimento da conversão dos dois irmãos e quis o tesouro dos dois irmãos nobres e ricos. Os dois irmãos, porém, já tinham distribuído todos os seus bens aos pobres. O prefeito de Roma exigiu, então, sob pena de morte, que os dois abandonassem a nova fé. Os dois, porém, alimentados com a força do cristianismo nascente e cheios do poder de Deus, não renegaram sua fé. Assim, foram condenados à morte e decapitados.

Santa Cecília foi chamada ao conselho romano logo em seguida. Isso aconteceu provavelmente no ano 180. O conselho exigiu primeiro que ela revelasse onde estaria o tesouro dos dois irmãos. Ela disse que tudo já tinha sido distribuído aos pobres.

O prefeito, furioso, exigiu que ela renunciasse a fé cristã e adorasse aos deuses romanos. Cecília negou-se mostrando muita coragem e serenidade diante de todos. Condenaram-na à tortura. Mas, estando ela diante dos soldados romanos para ser torturada, ela falou a eles sobre as maravilhas de Deus, sobre a verdadeira religião, sobre sentido da vida, que é o seguimento de Jesus Cristo. Os soldados, maravilhados com uma mensagem que nunca tinham ouvido, ficaram do lado de Cecília, dizendo que iriam abandonar o culto aos deuses. Essas inúmeras conversões foram milagres que Deus operou através de Santa Cecília para que essas pessoas alcançassem a felicidade e a salvação.

O prefeito então, aborrecido e furioso, deu ordens para outros algozes trancarem Santa Cecília no balneário de águas quentes do seu próprio castelo, logo na entrada dos vapores. Ali, ela seria asfixiada pelos vapores ferventes que aqueciam as águas. Ninguém conseguia ficar ali por mais de alguns minutos. Era morte certa.

Porém, para surpresa de todos, milagrosamente ela foi protegida e nada lhe aconteceu. Todos ficavam impressionados com a fé daquela jovem, frágil, que enfrentava a morte sem receio por causa da grande fé que tinha em seu coração. Mas o prefeito, irredutível, mandou que ela fosse morta com três golpes de machado em seu pescoço.

O algoz obedeceu, mas não conseguiu arrancar sua cabeça, coisa que ele estava acostumado a fazer com apenas uma machadada. Santa Cecília permaneceu viva ainda por 3 dias, conversando e dando conselhos a todos que corriam para vê-la e rezar por ela.

Por fim, pressentindo sua morte iminente, Santa Cecília pediu para o Papa entregar todos os seus bens aos pobres e transformar sua casa numa igreja. Antes de sua morte, em seus últimos momentos neste mundo, sentindo que sua missão estava cumprida mesmo ela sendo ainda tão jovem, Cecília conseguiu cantar louvando a Deus, cantando as maravilhas de Deus.

Por isso, ela é a padroeira dos músicos e da música sacra. Depois disso, a fisicamente frágil e interiormente forte jovem romana que desafiou os poderes deste mundo, entregou seu espírito ao Pai Celestial. Após sua morte ela foi sepultada pelos cristãos na catacumba de São Calisto e desde então passou a ser venerada como mártir.

O túmulo de Santa Cecília ficou desaparecido por muitos séculos. No século IX, Santa Cecília apareceu ao Papa Pascoal l (817-824). Logo após este fato, seu túmulo foi encontrado e lá estava o caixão com as relíquias da Santa.

O corpo dela estava intacto, na mesma posição em que ela foi enterrada. Ao lado da Santa estavam também os corpos de Valeriano e Tiburcio. No ano de 1599, o Cardeal Sfondrati mandou abrir o tumulo de Santa Cecília, e seu corpo foi encontrado na mesma posição que estava quando o Papa Pascoal l a encontrou. Sua festa é celebrada em 22 de novembro, dia dos músicos e da música.

***

Oração a Santa Cecília

Ó Virgem e mártir, Santa Cecília, pela fé viva que vos animou desde a infância, tornando-vos tão agradável a Deus e ao próximo, merecendo a coroa do martírio, convertendo pagãos ao cristianismo, alcançai-nos a graça de progredir cada vez mais na fé e professá-la através do testemunho das boas obras, especialmente servindo aos irmãos necessitados. Alcançai-nos também a graça de sempre louvar a Deus com canções espirituais.

Gloriosa Santa Cecília, que os vossos exemplos de fé e virtude sejam para todos nós um brado de alerta, para que estejamos sempre atentos à vontade de Deus, na prosperidade como nas provações, no caminho do céu e da salvação eterna. 

Santa Cecília, padroeira dos músicos e artistas, rogai por nós. 

Amém.

***

Imagens de Santa Cecília

Santa Cecília (sem informaçoes sobre autor)

 Martírio de Sta Cecília

 Catedral Sainte Cécile, em Albi (Sul da França)

 Estátua de Sta Cecília por Stefano Maderno, retratando como estava
o seu corpo quando foi descoberto, incorrupto e em perfeito estado.
Seu corpo foi exposto em 1500 e nos meses que durou a exposição
Maderno fez a a escultura. Observe o corte do pescoço, que não está
completo, mesmo sendo golpeado três vezes pelo machado dum carrasco.
Após isso, viveu ainda por três dias, em agonia, mas seguiu pregando a
Santíssima Trindade. Sua mão direita está com três dedos estendidos,
representando a Santíssima Trindade e a mão esquerda com um só dedo
estendido, representando um só Deus. Essa imagem  está sobre sua tumba, onde
está o seu corpo, num altar mor, na Igreja de Santa Cecília, em Roma.

 Santinho de Sta Cecília

Santa Cecília por Paul Robert

 Santa Cecília por Frampton Edward Reginald

 A infância de Sta Cecília por Marie Spartali Stillman

Vitral de Sta Cecília

 Martírio de Sta Cecília por Saraceni

 Santa Cecilia (sem autor)

Santa Cecília por Giovanni Battista Salvi da Sassoferrato

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Apresentação de Maria Santíssima no Templo

Hoje, 21 de novembro, celebra-se a memória litúrgica da Apresentação de Maria Santíssima no Templo.


São Joaquim e Santa Ana ofereceram a Deus a filhinha no templo, quando esta tinha três anos. Para estes santos, foi um sacrifício muito grande separar-se de sua única filhinha. Três anos é a idade em que a criança já recompensa de algum modo os trabalhos e sacrifícios dos pais, formulando palavras e fazendo já exercícios mentais que encantam e divertem, dando ao mesmo tempo provas de gratidão e amor filiais. O que os levou a fazer tal sacrifício? Um voto que tinham feito. Votos desta natureza não eram raros no Antigo Testamento. As crianças eram educadas em colégios anexos ao templo, e ajudavam nos múltiplos serviços e funções da casa de Deus. 

Joaquim e Ana, quando levaram a filhinha ao templo, fizeram-no por inspiração sobrenatural, querendo Deus que sua futura Esposa e Mãe recebesse uma educação e instrução esmeradíssima. Grande era o sacrifício de Maria. A criança, entre todas, a mais privilegiada, a cerimônia da apresentação significava mais que a entrada no colégio do templo. Maria reconhecia em tudo uma solene consagração da vida a Deus, a oferta de si mesma ao Supremo Senhor. O sacrifício que oferecia, era a oferta das primícias, e as primícias, por mais insignificantes que sejam, são preciosas por serem uma demonstração da generosidade do ofertante, e uma homenagem a quem as recebe.

Maria ofereceu-se sem reserva, para sempre,com contentamento e júbilo. O que o salmista cantou, cheio de entusiasmo, traduziu-se na alma da bem-aventurada menina: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, Senhor dos Exércitos! A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do Senhor”. 

E entrarei junto ao altar de Deus; do Deus que alegra a minha mocidade (Introito da Missa Tridentina). 

Maria, assim amparada pelos cuidados humanos e divinos, progredisse de virtude em virtude. De Nosso Senhor o Evangelho constata diversas vezes esta circunstância. Como Jesus, também Maria cresceu em graça e sabedoria diante de Deus e dos homens. Este crescimento a Igreja contempla-o em imagens grandiosas traçadas no Livro do Eclesiástico: “Sou exaltada qual cedro no Líbano, e qual cipreste no monte Sião. Sou exaltada qual palma em Cedes e como rosais em Jericó. Qual oliveira especiosa nos campos e qual plátano, sou exaltada junto da água nas praças. Assim como o cinamomo e o bálsamo que difundem cheiro, exalei fragrância; como a mirra escolhida derramei odor de suavidade na minha habitação; como uma vide, lancei flores de um agradável perfume e as minhas flores são frutos de honra e de honestidade. Nunca houve mocidade tão santa e esplendorosa como a de Maria Santíssima. Outra não poderia ser, devendo Maria preparar-se para a realização do Mistério dos Mistérios - da Encarnação do Verbo Eterno.
__________
Texto da web, com algumas correções gramaticais feitas por mim.

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Do amor à verdade



"Detestemos a mentira, que é contrária à natureza humana. O homem é, inclinado à verdade, repugnam-lhe a mentira e a falsidade. A criança, ainda não corrompida, diz só o que pensa, seus olhos brilhantes são o espelho fiel de sua alma pura e franca. A primeira que profere, revolta-se a natureza íntima da criança e manifesta-se pelo rubor da face que denuncia a confusão. Detestemos a mentira, porque solapa o fundamento da sociedade humana, que são a veracidade e a confiança, mútuas.

Que efeitos fatais não sofreriam o corpo, se os seus membros mutuamente se induzissem ao erro? Se, por exemplo, os olhos enganassem aos pés, levando o corpo num pântano, tidos por um prado firme? Algo semelhante aconteceria se os membros da sociedade humana tomassem por regra a mentira e a dissimulação. Destruir-se-ia assim o organismo social. Detestemos, finalmente, a mentira, porque nela se encerra covardia. Admiremos a coragem e a firmeza; desprezemos, porém, a pusilanimidade e a perfídia. Na conscienciosa afirmação diária da verdade, existe muitas vezes, mais coragem e intrepidez, do que no desprezo da morte, que só raro se dá e por causalidade. 

Como pode, porém, formar-se a firmeza de um caráter, se, em qualquer ocorrência e por motivo fútil se deixa o homem subornar, para se desviar da verdade, iludir a outrem, e levá-lo ao erro? Daí resultará, com o tempo, uma vacilação insegura. Assim, quem tem o vício da mentira, pouco a pouco, corrompe o caráter e por vezes o arruína. Onde prevalece o espírito de mentira e a confusão, não se podem educar nem formar caracteres firmes e grandes."

(Donzela Cristã- Padre Matias de Bremscheid, 1935, página 58)

Oração pelas almas do Purgatório

Dia 16 de Novembro é a comemoração litúrgica de Santa Gertrudes.



Santa Gertrudes nasceu em Islebe, na Saxônia. Era irmã de Santa Matilde e parente próxima do imperador Frederico II. Em 1294, Santa Gertrudes tornou-se abadessa do mosteiro. Versada em Sagradas Escrituras, dedicava a maior parte do seu tempo à oração e à contemplação da Paixão de Jesus e da Eucaristia. Foi, sem dúvida, uma das grandes místicas do seu tempo. Deixou escrita uma obra mística insuperável, chamada 'Revelação'. Nesta obra não cansa de dizer: Não quero ter outras funções se não aquelas do amor ou que o amor dirige. Tinha especial devoção pela Virgem Maria, a quem sempre se recomendava. Foi abadessa por 40 anos, vindo a falecer em 1334.

Oração para a salvação de mil almas do purgatório

Nosso Senhor disse a Santa Gertrudes que a seguinte oração libertaria 1000 almas do purgatório cada vez que a mesma fosse rezada. Esta oração foi extensiva também a pecadores ainda em vida.



Eterno Pai,
ofereço o Preciosíssimo Sangue
de Vosso Divino Filho Jesus,
em união com todas as missas
que hoje são celebradas
em todo o Mundo,
por todas as santas Almas
do Purgatório,
pelos pecadores, em todos os lugares,
pelos pecadores,
na Igreja Universal,
pelos da minha casa e meus vizinhos.
Amém.

terça-feira, 15 de novembro de 2016

Santo Alberto Magno, Confessor, Bispo e Doutor


Conhecido também como Alberto, o Grande, ou Alberto de Colônia, nasceu em 1193, na Alemanha, e foi um frade dominicano (O.P.), depois bispo e em 1931 proclamado como Doutor da Igreja Católica.

Ainda em vida ficou conhecido como doctor universalis e doctor expertus e ganhou o epíteto de "Magnus".

Alguns estudiosos o consideram como o maior teólogo e filósofo alemão da Idade Média. 

Estudou na Universidade de Pádua, onde conheceu as obras de Aristóteles. Logo após ingressar na Universidade de Pádua, teve uma visão da Virgem Santíssima, que o aconselhou a ser frade. Entrou então para a Ordem dos Pregadores e foi estudar teologia na Universidade de Bolonha. Como tinha muito conhecimento das obras de Aristóteles, é dada a ele o título de propagador dessas obras, tornando-as acessíveis para debates e estudos acadêmicos. Durante esse período teve um ilustre aluno, Santo Tomás de Aquino - St Alberto já lecionava na Universidade de Paris.

Santo Alberto Magno não se limitou a estudar a obra de Aristóteles, tratou de a recriar com a sua própria experiência e observação. Não foi apenas um filósofo, foi também um místico que se situou entre a filosofia aristotélica e a mística Dionísio, o Areopagita. 

É neste âmbito que St Alberto defende que a teologia deve servir para preparar a mística. Na mesma linha de Dionísio, atribui uma grande importância à teologia negativa (de Deus só podemos dizer aquilo que não é). A alma deve-se purificar asceticamente para ser iluminada por uma "luz angélica" que, não sendo Deus, procede de Deus, embora nesta vida o homem não veja Deus, mas possa apenas dEle receber sinais. 

Esta preparação e purificação da alma deve levar à experiência mística de Deus, inserindo esses conhecimentos na sua busca da santidade e do equilíbrio entre fé e razão; sua obra escrita está contida em 22 grossos volumes. No capítulo provincial da Ordem no ano de 1254, em Worms, Frei Alberto foi eleito provincial da província alemã dos dominicanos. Além da Alemanha, abarcava esta também a Holanda, Flandres e Áustria. 

Viajando sempre a pé e mendigando o alimento e a pousada, ele visitou todos os conventos sob sua jurisdição. Dois anos mais tarde, chamado pelo Papa Alexandre IV, foi a Agnani, na Itália, onde refutou Guilherme do Santo-Amor, professor da Universidade de Paris, que pregava contra as Ordens mendicantes. Em Colônia, fundou o Convento do Paraíso, para as filhas da nobreza. Enquanto isso, rezava, estudava e ensinava.
__________

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

São Carlos Borromeu, Bispo e Confessor

São Carlos Borromeu pintado por Giovanni Ambrogio Figino
São Carlos nasceu em Arona (Lombardia, Itália) - uma comunidade na província de Novara, no Piemonte, a 2 de outubro de 1538, sendo filho do Conde Gilberto Borromeu e de Margareth de Médici, irmã do Papa Pio IV (1559-1656), do qual era sobrinho.

Carlos recebeu ótima formação humana e cristã, de forma que estudou na Universidade de Pavia e destacou-se pela facilidade de administrar e tratar as pessoas. Chamado a Roma, pelo tio e Papa Pio IV, São Carlos, mesmo antes de receber os Sacramentos da Ordem, aceitou a nomeação e responsabilidades de Cardeal e Arcebispo de Milão, num tempo em que a Igreja abria-se para sua renovação interna (?)

Foi um bispo que tornou-se para a Igreja um modelo de pastor e caridade, já que se consumiu por inteiro pela guarda e salvação das almas. Ele, logo após ter auxiliado o Papa e tê-lo motivado para colocar em prática todo o inspirador conteúdo do Concílio de Trento (1545-1563), assumiu com todo o ardor a missão de obedecer as decisões que levaram à contra-reforma, o qual respondia as necessidades da Igreja daquela época, e também levar Jesus Cristo a todos os fiéis da Diocese de Milão. 

Determinado, foi o primeiro bispo a fundar seminários para a formação dos futuros padres; promoveu sínodos diocesanos; abundou os escritos catequéticos e conhecimento da doutrina católica; impulsionou a boa empresa e assistiu com seu zelo e apostolado santo toda a sua região além de ajudar na Evangelização de outras áreas da Europa, desta maneira deu sua vida a Deus gastando-se totalmente pelo bem dos outros e da Igreja. Construiu hospitais e destinou as riquezas de família ao serviço dos pobres; defendeu os direitos da Igreja contra os poderosos; renovou a vida religiosa e instituiu uma nova Congregação de sacerdotes seculares, os Oblatos. Seu lema consistia em uma só palavra: "Humilitas". 

“A humildade o impulsionou, como o Senhor Jesus, a renunciar a si mesmo para fazer-se servo de todos”. 

Sentindo-se atraído pela vida contemplativa, pensou em renunciar à arquidiocese. Mas seu amigo o Venerável Dom Frei Bartolomeu dos Mártires, arcebispo de Braga, dissuadiu-o dessa ideia, convencendo-o de que, naquele século em que o alto Clero tantas vezes dava mau exemplo, seria melhor que ele, altamente colocado na escala social e ademais sobrinho de um Papa, desse o bom exemplo de vida santa como arcebispo. Foi o que fez São Carlos Borromeu, modelo perfeito de pastor de almas zeloso, que aplicou em Milão as reformas ordenadas pelo Concílio de Trento. 

Um capítulo à parte deve ser dedicado à relíquia do Santo Prego [um dos pregos da Cruz de Jesus], que, segundo a tradição, Ambrósio recebeu de Teodósio e foi guardada na Catedral pale o cristã de Santa Tecla (na oração fúnebre em sufrágio do imperador, o próprio Ambrósio menciona a relíquia). Quando Borromeu entrou no Domo, a relíquia estava no ponto mais alto do coro, a mais de trinta metros de altura; fazia vinte e cinco anos que ninguém a descia para expô-la à veneração dos fiéis. Em 1566, Carlos providenciou uma primeira reforma, recomendando que “se limpe diligentemente a lamparina do Prego, todas as semanas” (para Borromeu, os detalhes eram tudo...). Em 1576, com Milão subjugada pela peste, o arcebispo convocou três procissões públicas para implorar o fim do flagelo, as quais ele mesmo guiou, descalço e com uma corda amarrada ao pescoço, conduzindo a relíquia pela cidade. “Fez com que o Santo Prego”, anota o fidelíssimo bispo e biógrafo Carlo Bescapé, “fosse descido por sacerdotes elevados até o alto por certas máquinas, e o levou em procissão, inserido para a ocasião numa grande cruz [que ainda podemos ver, no quinto altar da nave esquerda, ndr.], em meio à grandiosa reverência de todo o povo”. Em 3 de outubro, uma terça-feira, percorreu-se o caminho até Santo Ambrósio; na quinta-feira, 5, até a Basílica dos Santos Apóstolos e Nazário Maior; sábado, 6, até Santa Maria de São Celso. Foi um evento épico, que ficou impresso na memória da cidade, imortalizado por mil imagens e revocações: um bispo que participa e compartilha o destino de seu povo e o chama a um ato de esperança. “E o resultado foi tão feliz”, escreve o mesmo Bescapé, “que, em tão grande multidão de pessoas, não apenas ninguém caiu pelas ruas, mas nem ao menos ocorreu nada que provocasse um aumento do contágio da peste”.

Na ocasião da peste de 1576, São Carlos Borromeu não abandonou suas ovelhas, mas com zelo ardoroso pela salvação das almas assistiu seu povo em todas as suas necessidades. Sua vida foi de caridade para com Deus e para com o próximo, até entregar sua santa alma a Deus aos 46 anos, em 4 de novembro de 1584. 

São Carlos Borromeu, rogai por nós!

São Martinho de Lima

Santo do dia 03 de novembro


Filho de um nobre cavaleiro espanhol e de uma negra do Panamá, de origem africana, Martinho (nascido em Lima a 9 de dezembro de 1579) não teve uma infância feliz. Por causa da pele escura o pai não o quis reconhecer e no livro de batizados foi registrado como filho de pai ignorado pois o pai não pode assumir a paternidade pois era nobre e a mãe ex escrava. Viveu pobremente até aos oito anos de idade em companhia da mãe e de uma irmãzinha, nascida dois anos depois dele. 

Após um breve período de tranquilidade ao lado do pai no Equador, foi de novo abandonado a si mesmo, embora o pai mandasse o necessário para completar os estudos. São Martinho de Lima tinha muita inclinação para a medicina e aprendeu as primeiras noções na farmácia-ambulatório de dois vizinhos de casa.

Com a idade de 15 anos abandonou tudo e foi bater na porta do convento dos dominicanos em Lima. Foi admitido apenas como terciário e incumbido dos trabalhos mais humildes da comunidade. Fez da vassoura uma espécie de divisa (um antigo retrato no-lo apresenta com o modesto mas indispensável instrumento caseiro na mão) e reservava para si todos os trabalhos mais pesados e repugnantes. Por fim os superiores perceberam o que representava aquela alma para a Ordem, e acolhendo-o como membro efetivo a 2 de junho de 1603, admitiram-no a profissão solene. Também na qualidade de irmão leigo quis permanecer a escória do convento, mas a sua santidade começou a refulgir para além dos limites do mosteiro, pelos extraordinários carismas com os quais era dotado, como as profecias, os êxtases, as bilocações e as levitações.

Embora nunca tivesse se distanciado de Lima, foi visto na África, na China, no Japão para confortar missionários em dificuldades. A este humilde irmão leigo recorriam para conselho teólogos, bispos e autoridades civis. Mais de uma vez o próprio vice-rei teve de aguardar diante da sua cela, porque frei Martinho estava em êxtase.

Durante uma peste epidêmica, curou todos os que recorreram a ele, e aos seus sessenta confrades curou prodigiosamente. Com o mesmo candor de um São Francisco dirigia suas atenções a todas as criaturas, compreendidos os ratos, que lhe obedeciam docilmente.

Foi visto, por mais de uma vez, chamar os ratos aninhados na sacristia e conduzi-los para fora, num canto do jardim: ainda hoje invocam-no na infestação de ratos. Morreu a 3 de novembro de 1639. Beatificado em 1837 por Gregório XVI, foi canonizado a 6 de maio de 1962 por João XXIII. No ano de 1966, Paulo VI o proclamou patrono dos barbeiros. A sua festa litúrgica celebra-se a 3 de novembro.É o santo patrono dos mestiços católicos.Também conhecido com São Martinho de Lima. É padroeiro dos afro-americanos, mulatos e do Peru, dos barbeiros e cabeleireiros.

São Martinho de Lima, Rogai por nós.
__________
Fonte: Facebook
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

A Tradição é linda.

A Tradição é linda.

Palavras de Santo Agostinho

"A oração é uma chave do céu; sobem as preces, desce a divina misericórdia. Por mais baixa que seja a Terra, e alto o Céu, Deus ouve a língua do homem, quando este tem limpa a consciência."